sábado, 16 de maio de 2009

Filé de Frango à Parmegiana


Segundo a Wikipedia existem três estórias a respeito da origem do prato. A primeira, fala que por ser um prato da região de Parma na Itália se chama parmegiana ou literalmente “de Parma”. A segunda, fala que a origem do nome vem do queijo parmesão (parmigiano-reggiano), um dos ingredientes utilizados no prato. Parece que ambos estão errados, porque o mais provável é que o nome derive de parmiggiana, um prato da Sicília feito com berinjela frita, molho de tomate e queijo mussarela. No dialeto siciliano parmiciana significa fatias finas de madeira, como as fatias de berinjela do prato.

Este prato pode ser feito, entre outros, com carne de boi, frango e berinjela.

Ingredientes:

Filé de frango a milanesa:
5 filés de frango
Alho e sal
2 ovos
Farinha de rosca
Óleo vegetal

Molho de Tomate:
½ caixa de polpa de tomate
2 colheres de sopa de água
Tempero misto: cominho, louro e pimenta do reino
Alho e sal
1 colher de chá de açúcar
Azeite de oliva

Cobertura:
5 fatias de queijo mussarela
Queijo parmesão ralado (opcional)
Orégano desidratado

Modo de fazer:

Filé de frango a milanesa:
Tirar as gorduras dos filés e temperar com alho e sal.

Numa vasilha ou prato fundo, bater ligeiramente os ovos. Passar os filés na farinha de rosca, tirando o excesso. Mergulhar nos ovos e depois na farinha de rosca e apertar um pouco para a farinha grudar.

Numa frigideira, esquentar o óleo e fritar os filés até ficarem dourados e cozidos. Tirar da frigideira e drenar em papel toalha

Molho de tomate:
Esquentar um pouco de azeite numa frigideira ou panela em fogo médio. Adicionar todos os ingredientes, misturar e ferver por cerca de 3 minutes.

Finalização:
Colocar os filés num pirex. Colocar em cima de cada filé uma fatia de queijo mussarela. Salpicar com orégano e queijo parmesão (nós não usamos o queijo). A seguir, jogar o molho de tomate por cima dos filés e levar ao forno em temperatura de 180º C, até o queijo derreter.

English version: Filet of Chicken Parmigiana

Crumbed Chicken or filet of chicken milanese:
5 skinless chicken breast fillets
Garlic and salt
2 eggs
Breadcrumbs
Oil for frying

Tomato Sauce:

½ box tomato pulp
2 tablespoons water
Ground cumin, bay leaf and black pepper
Garlic and salt
1 teaspoon sugar
Olive oil

Cheese Topping
5 slices mozzarella cheese
Grated parmesan cheese
Oregano, dry

Crumbed ChickenTrim any fat from chicken and rub with garlic and salt.

In a dish, beat the eggs. Dip chicken in breadcrumbs and shake to remove excess. Dip into egg and then dip in breadcrumbs. Press firmly to ensure crumbs adhere.

Heat oil in a fry pan and fry chicken in batches until golden brown and cooked through. Drain on paper towel.

Tomato sauce
Heat olive oil in a pan over medium heat. Add all ingredients, stirring and simmering for about 3 minutes

Finalization:
Place cooked filets of chicken in a large baking dish. Place over each filets one mozzarella cheese slice. Sprinkle with oregano and parmesan cheese (we don’t use parmesan cheese). Then, spread with sauce and bake at 180 degrees Celsius until cheese is melted.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Megadarra


Megadarra é um prato de arroz com lentilhas e cebolas caramelizadas, típico da Culinária Árabe (Oriente Médio e Norte da África). Megadarra se pronuncia como mu-jah-dra e é um excelente acompanhamento para carnes, podendo ser utilizado também como prato principal na culinária vegetariana.

A proporção entre o arroz e a lentilha é variável de cozinheiro para cozinheiro, indo de uma proporção de 2/3 de arroz para 1/3 de lentilha até uma proporção de partes iguais entre os ingredientes. Em geral, a quantidade de lentilha não ultrapassa a quantidade de arroz

O Megadarra é usualmente temperado só com sal, mas como nós gostamos de comida mais temperada, usamos outros temperos.

Ingredientes:

1 ½ xícaras de lentilhas marrons
1 ½ xícaras de arroz de grão longo
4 xícaras de água
2 cebolas médias picadas finas
6 dentes de alho picadinhos
Tempero misto: cominho, pimenta do reino e louro
Sal
Açúcar
1 colher de sopa de óleo vegetal
3 colheres de sopa de azeite de oliva

Modo de fazer:

Lavar a lentilha, colocar numa vasilha com água e deixar de molho durante a noite.

Numa panela, esquentar o óleo vegetal em fogo médio, adicionar as lentilhas e fritar um pouco. Adicionar o arroz, o sal e os temperos, fritando mais um pouco. Adicionar a água e cozinhar em fogo baixo, com a panela tampada, por cerca de 20 minutos ou até a mistura ficar cozida. O arroz deve ficar solto.

Aquecer o azeite de oliva numa panela em fogo médio. Adicionar as cebolas picadas e o alho, uma pitada de açúcar e fritar, mexendo de vez em quando, até as cebolas ficarem douradas. Adicionar sal e misturar. Adicionar a mistura de arroz com lentilhas às cebolas caramelizadas, misturar e refogar um pouco. Servir com um pouco da cebola caramelizada por cima.

English version: Megadarra

Ingredients:

1 ½ cups brown lentils
1 ½ cups long-grain rice
4 cups water
2 medium onions, chopped fine
6 cloves of garlic, minced
Ground cumin, black pepper and bay leaf
Salt
Sugar
1 tablespoon vegetal oil
3 tablespoons olive oil

How to make:

Wash lentils thoroughly; add water to a medium-sized pot and soak overnight (about 12 hours).

In a pan, heat the vegetal oil. Turn heat to medium, add lentils and fry a few minutes. Add rice, salt, seasoning and fry a little more. Add water and bring to boil. Turn heat to low and cook covered about 20 minutes or until mixture is tender.

Heat the olive oil in a pan over medium-low heat. Add the onions and garlic, a pinch of sugar and fry slowly, stirring occasionally, until the onions turn a rich golden-brown color. Towards the end, add a generous pinch of salt. Stir in rice-lentil mixture, mix and stir-fry a few minutes. Spoon rice-lentil mixture into a shallow dish; top with remaining caramelized onions

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Arroz de Carreteiro


O Arroz de Carreteiro é um prato típico do Estado do Rio Grande do Sul e foi criado pelos carreteiros de bois em suas viagens.

O Rio Grande do Sul foi colonizado inicialmente por imigrantes açorianos que introduziram a criação extensiva de gado bovino. A abundância de gado bovino deu origem a uma culinária baseada na carne de boi, cujo prato típico principal é o churrasco. Para conservar a carne, os gaúchos a transformavam em charque, que é feito pela salga de mantas de carne, que ficam expostas em galpões ventilados durante determinado período. Estes galpões são chamados de charqueadas, ou seja, onde se charqueia ou produz a carne. Difere da carne de sol e da carne-seca produzida no nordeste do Brasil pelo processo de produção.

No passado, as mercadorias eram transportadas em carretas puxadas por bois. Como o carreteiro dificilmente poderia preparar comidas perecíveis durante a viagem, adquiria um bocado de charque e a preparava com porções de arroz, produzindo assim uma refeição completa e saborosa, de forma prática e rápida.

Atualmente, chama-se carreteiro o motorista da moderna carreta tracionada por cavalo mecânico, que é um caminhão potente. Estes carreteiros modernos ainda fazem o seu arroz de carreteiro durante as viagens. Todavia, tanto os carretieros modernos como as donas de casa do Rio Grande do Sul, passaram a fazer o arroz com carne de boi moída ou com sobras de churrasco ou com pedaços de carne de boi fresca.

O nosso prato foi feito com pedaços de carne de boi fresca, mas fornecemos também a versão da receita com charque.

Ingredientes:

700 g de carne de boi cortada em cubos (nós usamos alcatra)
1 ½ xícara de arroz
4 xícaras de água
1 colher de sopa de extrato de tomate
1 cebola média picada
1 tomate picado, sem pele
½ pimentão verde picado
Tempero misto: cominho, pimenta do reino e louro
1 colher de chá de manjerona moída
Pimenta malagueta (opcional)
Pasta de alho e sal
1 colher de sopa de óleo vegetal
Salsa (opcional)

Modo de Preparo:
Temperar a carne com alho e sal.

Numa panela dourar a carne junto com a cebola, o tomate, o extrato de tomate e o pimentão. Ir pingando água até a carne ficar macia. A seguir, adicionar os temperos (cominho, pimentas, louro e manjerona) e o arroz. Dar mais uma fritada e adicionar a água. Baixar o fogo e deixar cozinhar com a panela tampada por cerca de 20 minutos ou até o arroz ficar cozido. Não deixar o secar, o prato deve ficar com a forma de um risoto ou meio molhado.

No caso do prato feito com charque, a diferença está apenas em se deixar o charque de molho na véspera e tomar cuidado com a quantidade de sal na hora de temperar o arroz. O resto segue exatamente os mesmos passos da receita com carne fresca. Salpicar com a salsa e servir.

English version: Wagoner ‘s Rice

Ingredients:

700 g beef stew meat, cut into 1-inch cubes
1 ½ cups Rice
4 cups water
1 tablespoon tomato paste
1 medium onion chopped
1 tomato chopped, skinless
½ green bell pepper chopped
Ground cumin, black pepper and bay leaf
1 teaspoon gound marjoran
Tabasco (opcional)
Garlic –salt paste
1tablespoon vegetal oil
Parsley (optional)

How to make:

Rub meat with garlic-salt paste. Reserve

In a pan with vegetal oil stir-fry meat, onion, tomato, tomato paste and bell pepper until meat is golden. Add a little bite of water, if necessary, and cook until meat is tender. Stir in the rice and seasoning (ground cumin, bay leaf, black pepper and marjoram); and fry a little more. Add water, reduce heat; cover and simmer for 20 minutes or until the rice is tender. Sprinkle parsley and serve.

If we make the recipe with jerked beef the difference was only in: place jerked beef in a pot, cover with cool water and let stay overnight. The rest of recipe is the same. When seasoning rice, take carefully with the salt.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Frango com Quiabo


Segundo a Wikipédia, o quiabo é o fruto de uma planta originária da África, onde é chamado de ókúrú em língua falada na Nigéria. Na língua bantu é chamado de kingombo. Enquanto o primeiro nome deu origem à denominação de okra, usado nos países de língua inglesa, o segundo deu origem ao nome quiabo, utilizado nos países de língua latina.

O quiabo aportou no Brasil junto com os escravos africanos, incorporando-se a nossa culinária e dando origem a vários pratos típicos, como o Caruru, o Refogado de Carne com Quiabo e o Frango com Quiabo.

O Frango com Quiabo, cuja receita fornecemos nesta postagem, é um prato típico da culinária do Estado de Minas Gerais e muito apreciado também no Estado do Rio de Janeiro. Para acompanhamento usamos um angu, outro prato típico de Minas e do interior, cuja receita fornecemos na postagem anterior.

Ingredientes:

1 kg de coxas e sobrecoxas de frango ou galinha, sem pele
300 g de quiabo
1 colher de sopa de extrato de tomate
1 cebola picadinha
1/3 de pimentão picadinho
Pasta de alho e sal
Cominho e louro em pó
Pimenta malagueta ou tabasco (opcional)
Cheiro verde (opcional)
2 colheres de chá de vinagre de vinho
Água
Óleo vegetal

Modo de fazer:

Lavar os quiabos em água pura e enxugá-los bem com um pano de prato limpo. Esta lavagem, juntamente com o vinagre que vai se adicionar na panela, são para tirar a baba do quiabo. A seguir corte as pontas dos quiabos e reserve. Variando o tamanho podem ser adicionados inteiros ou em metades.

Temperar o frango com alho e sal, cominho e louro. Reservar

Numa panela, refogar em óleo a cebola, o extrato de tomate, o pimentão e os pedaços de frango até o frango dourar. Adicionar cerca de uma xícara de água e deixar levantar fervura. Diminuir o fogo e adicionar os quiabos e o vinagre. Tampar a panela e cozinhar até que o frango fique macio e o quiabo cozido. Se necessário adicionar mais água. Se gostar, adicionar um pouco de pimenta e cheiro verde. Servir com angu.


English version: Chicken with Okra

Ingredients:

1 kg drumsticks and thighs, skinless
300 g okra (ladyfinger or gumbo)
1 tablespoon tomato paste
1 onion minced
1/3 green bell pepper minced
Garlic and salt paste
Cumin and bay leaf, ground
Tabasco (optional)
Parsley (optional)
2 teaspoons wine vinegar
Water
Vegetal oil

How to make:
Wash okra and dry with a towel. Wash, together adding vinegar in the pan, is to don´t leave okra slobber. Then cut the ends of okra and reserve.

Rub chicken with garlic and salt, cumin and bay leaf. Reserve.

In a pan, stir-fry onion, tomato paste, bell pepper and chicken until chicken is golden. Next, add water and bring to boil. Add okra and vinegar, reduce heat to lower and cook covered until chicken is tender and okra is done. We serve chicken with cornmeal mush (see post above).

Angu


O angu é um pirão ou purê de farinha de milho, sendo bastante popular no Brasil. É comum nas mesas profanas e nos cardápios votivos de divindades cultuadas nos terreiros de candomblé ou macumba.

Segundo a Wikipédia: “O nome angu origina-se da palavra Àgun do idioma africano fon. Entretanto, o Àgun africano é uma papa de inhame sem tempero. Portanto, pode-se inferir que o nome passou a ser utilizado no Brasil para papas feitas com farinha de mandioca ou de milho, as quais eram acompanhadas por miúdos de carne de vaca ou de porco. Com o tempo, a palavra angu passou a ser utilizada apenas para as papas feitas com fubá, enquanto as papas feitas de farinha de mandioca passaram a ser chamadas de pirão.” O africano fazia de inhame porque o milho é um grão de origem americana, só sendo introduzido na Europa e outras continentes depois do descobrimento da América. Na Itália, a farinha de milho foi transformada em polenta. Na realidade, o angu é um tipo de polenta de consistência mole.

Teve uma época na cidade do Rio de Janeiro, que ficou famoso o Angu do Gomes, servido em carrocinhas pela cidade. Este angu era servido na forma de Angu a Baiana (angu com molho de fígado de boi picado) com preços populares e servia para matar a fome da turma que saía das baladas nas madrugadas, ou que estava com pouco dinheiro para o almoço.

Nos tempos de criança do Fernando na fazenda do avô, no interior do Estado do Rio de Janeiro, o angu era comido todos os dias pelos empregados no almoço, como acompanhamento normalmente de carne de boi ou de galinha, arroz, feijão preto e um legume qualquer.

Em tempos difíceis, o pobre do interior às vezes só tinha o angu para comer. No Nordeste, é também preparado na forma doce para ser comido na ceia.

Ingredientes:

4 colheres de sopa de fubá (farinha de milho)
3 xícaras de água
2 colheres de chá de pasta de alho e sal (ou só sal)

Modo de fazer:

Colocar a água para ferver numa panela e adicionar aos poucos o fubá com a água ainda fria, sempre mexendo em círculos com uma colher de pau para o angu não formar pelotas. Adicionar o alho e sal e continuar mexendo. Quando ferver, abaixar o fogo e continuar mexendo até o angu ficar bem cozido e soltando do fundo da panela. Se o angu ficar duro é só acrescentar mais água para dar o ponto.

English version: Cornmeal Mush

Ingredients:
4 tablespoons cornmeal
3 cups water
2 teaspoons garlic and salt paste (or only salt)

How to make:
Place water in a pan and bring to boil. Slowly pour in the cornmeal stirring vigorously in circular movements with a wood spoon to prevent lumps. Add garlic and salt paste. Allow the mixture to bubble, whisking constantly. Reduce heat to low. Keep stirring vigorously until cornmeal mush is done. It is done when it comes away cleanly from the sides of the pan. If too thick, stir in more water.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Pernil de Porco Assado em Vinha d’Alhos


Este prato pode ser usado como prato principal ou para fazer o tradicional Sanduíche de Pernil, encontrado na maioria dos botequins cariocas.
Ingredientes:
1,6 kg de pernil de porco

Vinha d’Alhos:
1 xícara de vinho tinto (nós usamos o vinho italiano Le Mire – Rosso di Toscana)
2 dentes de alho, amassados
Suco de ½ limão
Tempero misto em pó: cominho, pimenta do reino e louro
Noz moscada
2 colheres de chá de sal

Modo de fazer:

Fazer furos no pernil com um garfo.

Misturar todos os ingredientes da vinha d’alhos e regar bem o pernil com a mistura. Colocar o pernil num tabuleiro de assar e deixar curtindo na marinada por mais de 3 horas, virando o pernil de vez em quando, de preferência na geladeira.

Levar o tabuleiro ao forno em temperatura de cerca de 260º C, envolto em papel alumínio por aproximadamente 2 horas ou até ficar macio. Não se esquecer de regar o pernil de vez em quando com a vinha d’alhos. Se o molho for secar, prepare mais um pouco da vinha d’alhos quente e regue o pernil. Quando o pernil estiver macio, tire o papel laminado e deixe dourar. Não se esqueça de virar o pernil para dourar de todos os lados.


Baked Pork Leg with Vinha d’Alhos (Wine and Garlic) Marinade

Ingredients:
1.6 kg pork leg (could be without the bone, also known as fresh ham)
1 cup red wine (we use the italian wine Le Mire – Rosso di Toscana)
2 cloves garlic, smashed
Juice of ½ lime
Ground cumin, black pepper and bay leaf
Ground nutmeg
2 teaspoons salt

How to make:

Hole leg with a fork.

Combine all ingredients of vinha d’alhos. Place pork leg in a greased baking dish and add marinade. Set aside in the refrigerator for 3 hours or longer, turning occasionally.

Cover greased baking dish with foil and bake pork leg at 260o C for about 2 hours or until meat is tender. Make sure to check along the way: if the dish looks dry, add a bit more warm vinha d’alhos. When leg is tender, remove foil and bake uncovered, turn occasionally, until golden.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Espaguete a Bolonhesa


No feriado do Dia do Trabalho estivemos em Búzios. Como aconteceram três feriados num período curto de tempo, e o Serviço de Meteorologia previu chuva, a cidade não estava muito cheia. Assim, deu para curtir as praias, ainda mais que não choveu e os dias estavam lindos.
Como a casa estava cheia, fizemos no sábado um Espaguete a Bolonhesa, que é um prato bastante prático. Nos outros dias, para variar, fizemos churrasco de carne de boi e de frango.

Ingredientes:

1 pacote massa tipo espaguete
2 colheres de chá sal
Água
800 g carne moída
3/4 caixa polpa de tomate
½ xícara água
1/2 cebola picadinha
1 dente de alho picadinho
1 pimentão verde picadinho
1 colher de sopa extrato tomate
Sal e pimenta do reino a gosto
Queijo parmesão (opcional)
Óleo vegetal

Modo de Fazer:

Ferver a água numa panela, acrescentar um pouco de óleo, o sal e o espaguete. Cozinhar até ficar al dente. Tirar o espaguete e escorrer.

Molho:
Temperar a carne moída com sal e pimenta do reino. Numa panela, refogar em um pouco de óleo a cebola, o alho, o pimentão e o extrato de tomate. A seguir, dourar a carne, mexendo frequentemente. Acrescentar a polpa de tomate e a ½ xícara de água, baixar o fogo e cozinhar com a panela tampada até a carne ficar macia. Se houver necessidade adicionar mais água.

Servir o espaguete separado do molho para que as pessoas se sirvam a vontade. Colocar a disposição também um recipiente com queijo parmesão.


English version: Spaghetti Bolognese

Ingredients:

1 package spaghetti
2 teaspoons salt
Water
800 g ground beef
3/4 box tomato pulp
½ cup water
1/2 onion minced
1 clove garlic minced
1green bell pepper minced
1 tablespoon tomato paste
Salt and Black pepper
Parmesan cheese (optional)
Vegetal oil

How to make:

Cook spaghetti in water with salt and a little oil just until al dente. Drain well.

Bolognese Sauce:
Seasoning ground beef with salt and pepper.
Heat oil in a pan over medium heat. Stir-fry onion, garlic, bell pepper and tomato paste. Crumble ground beef into onion mixture. Brown, stirring frequently. Turn heat to low, add tomato pulp and ½ cup water. Simmer covered until meat is tender. If necessary, add more water.

Serve hot spaghetti, Bolognese Sauce and parmesan cheese in separated serving bowls.