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sábado, 8 de abril de 2017

4 restaurantes brasileiros estão entre os 100 melhores do mundo

D>O>M
Ranking do The Restaurant elege todos os anos os melhores em mais de 20 países

access_time7 abr 2017, 10h44

São Paulo – O que faz um restaurante pertencer ao seleto grupo dos melhores do mundo? Na verdade, um conjunto de fatores são levados em consideração, mas sem dúvida, a originalidade e sofisticação do menu é o que tem mais peso na hora da escolha dos melhores do mundo.

Nesta semana, o ranking divulgado anualmente pela revista The Restaurant divulgou os nomes dos melhores restaurantes do mundo e entre os 100 primeiros colocados na lista, quatro restaurantes brasileiros estão no ranking.

O D.O.M. em São Paulo, do chef Alex Atala, é o único que aparece entre os 50 melhores e este ano ocupa a posição de número 16 no levantamento. Veja abaixo quais são e quem comanda os quatro melhores restaurantes brasileiros, segundo a revista The Restaurant.

D.O.M.
Localização: São Paulo
Chef: Alex Atala
Posição no ranking: 16ª
Tipo de gastronomia: Brasileira

Lasai
Localização: Rio de Janeiro
Chef: Rafa Costa e Silva
Posição no ranking: 76ª
Tipo de gastronomia: Contemporânea

Maní
Localização: São Paulo
Chefs: Helena Rizzo e Vinícius Nagão
Posição no ranking: 81ª
Tipos de gastronomia: Brasileira, contemporânea e criativa

Olympe
Localização: Rio de Janeiro
Chefs: Claude Troisgros e Thomas Troisgros
Posição no ranking: 100ª
Tipos de gastronomia: Brasileira e francesa


http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/4-restaurantes-brasileiros-estao-entre-os-100-melhores-do-mundo/

terça-feira, 14 de junho de 2016

Italiano é melhor restaurante do mundo; brasileiros perdem posições

Anna Fagundes
Do UOL, em São Paulo 14/06/2016

Foi anunciada em Nova York nesta segunda-feira (13) a nova edição do ranking "50 Best", que premia os melhores restaurantes do planeta. A lista, criada pela revista britânica "Restaurant", classificou o italiano Osteria Francescana no topo da premiação. É a primeira vez que uma casa da Itália ocupa o topo da disputada eleição.

O único restaurante brasileiro premiados no ranking principal foi o D.O.M., de Alex Atala, que caiu duas colocações em relação a 2015 e foi para a 11a. posição. Na classificação geral, que contempla cem casas, o restaurante Maní (SP)  desceu dez posições em relação a 2015 e classificou-se no 51º lugar. Já o restaurante carioca Lasai estreou no ranking na 64a. posição.


A lista, criada pela revista britânica "Restaurant", é considerada uma das mais importantes premiações do meio gastronômico. Conhecida por divulgar nomes em geral desconhecidos do grande público ou fora do circuito principal da gastronomia, a indicação na lista pode ser sinônimo de casa cheia, reservas por meses a fio e propaganda boca-a-boca garantida. A lista ajudou a criar -e manter- a reputação de chefs agora estrelados, como os espanhóis Ferran Adrià e Joan Roca e o italiano Massimo Bottura, entre outros.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Maceió – Restaurante Picuí


Fernando esteve nesta semana em Maceió a trabalho. Segundo ele, a orla de Maceió está cada vez mais linda. Pena que as praias centrais estejam poluídas. Na quarta-feira almoçou no Restaurante Picuí, especializado em carne de sol. O atendimento foi bom e a comida deliciosa. A carne de sol e seus acompanhamentos tradicionais (mandioca frita ou macaxeira frita, feijão de corda com farofa, pirão de leite, queijo de coalho, etc) estavam saborosos, gostosos. Uma curiosidade do lugar, pelo menos para um carioca, é o sorvete de rapadura. O restaurante fica localizado na Praia da Avenida. Recomendamos.

Praia de Ponta Verde

Estação central do VLT de Maceió

Restaurante Picuí



Praia da Avenida

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Férias

Estivemos de férias e viajamos para fora do Rio de Janeiro. Ano Novo passamos em Búzios com parentes e amigos. O prato principal da ceia foi um Lombo de Porco Recheado da Sadia, que ganhamos de presente e incrementamos com fatias de abacaxi fritas na manteiga e damascos secos.



Depois fomos para Prado e Cumuruxatiba no Sul da Bahia, onde curtimos praias maravilhosas, a maioria delas decoradas com as famosas falésias descritas por Pero Vaz de Caminha na sua carta descrevendo o descobrimento do Brasil ao Rei de Portugal.

Falésias do Sul da Bahia - caminho para a Praia do Tororão
Praia da Amendoeira
 Praia do Tororão 
Prado Praia do Centro

Curumuxatiba Praia do Centro 


Em Prado ficamos hospedados na pousada Vivenda da Praia, que fica na praia do Centro, tendo um ambiente agradável e um serviço muito simpático.

Prado conta com excelentes restaurantes localizados ao redor da Praça da Matriz e num beco próximo, o Beco das Garrafas, que concentram a vida noturna da cidade.




Gostamos muito das comidas do restaurante Pimenta de Cheiro, onde degustamos entre outros pratos um Filé de Budião em crosta de batata, acompanhado de purê de batata com queijo coalho derretido. Para quem não sabe, budião é um peixe habitante dos recifes, de coloração azul, muito apreciado no Sul da Bahia e outras regiões do país. Não podíamos deixar de comer também uma Moqueca Baiana e um Acarajé da barraca da baiana na entrada do Beco das Garrafas.






Em Prado encontramos um casal amigo, Eucladia e Henrique, que nos proporcionou um almoço delicioso elaborado por sua funcionária Lucia: Mariscada da Lídia acompanhada por uma farofa com feijão verde. A mariscada continha muita carne de marisco (mexilhão), catado de caranguejo, pedaços de cação, anéis de lula e pedaços de rabo de lagosta. Muito obrigado ao casal pelas gentilezas.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Alex Atala é eleito o segundo melhor chef da América Latina


Parabéns ao chef do D.O.M., Alex Atala, que foi eleito o segundo melhor chef da América Latina. O prêmio foi concedido pela revista inglesa "Restaurant", que pela primeira vez realizou a cerimônia no continente.

Atala -que já figura na lista dos 100 melhores do mundo na 6ª posição- recebeu também o prêmio S. Pellegrino de melhor restaurante do Brasil.

O primeiro lugar na lista da revista “Restaurant” ficou com o restaurante peruano Astrid y Gastón, do chef Gastón Acurio.

O Brasil teve uma grande noite também com outras casas que conseguiram boas colocações. O Maní, de Helena Rizzo, ocupou o 5º lugar, Roberta Sudbrack ficou na posição de número 10, o Mocotó de Rodrigo Oliveira em 16º,  Fasano em 23º, Attimo na posição 32; o Olympe de Claude Troisgros em 35º, Remanso do Bosque em 38º lugar e Epice no 41º lugar.

Os cinco primeiros colocados foram:
5º Mani (Brasil)
4º Central (Peru)
3º Pujol (México)
2º D.O.M. (Brasil)
1º Astrid y Gastón (Peru)

Alex Atala is voted second best chef of Latin America

Congratulations to chef at D.O.M, Alex Atala, who was elected the second best chef of Latin America. The award was granted by the British magazine "Restaurant", which for the first time the ceremony took place on the Continent.

Atala-which already figure in the list of the 100 best in the world at the 6th position, also received the award S. Pellegrino of Brazil's best restaurant.

The first place on the list of the magazine "Restaurant" stayed with the Peruvian restaurant Astrid y Gastón of chef Gastón Acurio.

The Brazil had a big night as well with other restaurants who have achieved good placements. The Maní, of Helena Rizzo, occupied the fifth place, Roberta Sudbrack was at number 10, Mocotó of Rodrigo Oliveira in 16th, Fasano in 23rd, Attimo in 32 position; the Olympe of Claude Troisgros in 35th, Remanso do Bosque in 38th place and Epice in 41th place.

The top five were:
5th Mani (Brazil)
4th Central (Peru)
3rd Pujol (Mexico)
2nd D.O.M (Brazil)
1st Astrid y Gastón (Peru)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Restaurante do Claudio na Sororoca: um pedaço do paraíso.




Espero que, quando me despedir, o meu paraíso seja numa praia de areias brancas e águas cristalinas, com mulheres lindas, pessoas interessantes e comida farta e deliciosa. Como na música do Chico Buarque, espero que as casas sejam muito engraçadas, não tendo teto, não tendo nada. Que esse pedaço de paraíso seja um mundo de encantamento, com sol todos os dias e com noites enluaradas e estreladas.

Espero reencontrar também os parentes e amigos que já se foram. E que aqueles que eram chatos, tenham deixado de serem infelizes e amargos e se tornado alegres e amáveis.

O Restaurante do Claudio é mais ou menos isso aí, constituindo um dos “points” imperdíveis da região de Angra dos Reis. Fica localizado na Praia da Sororoca (uma enseada ao lado de Porto Galo), só tendo acesso basicamente por barco.

Na realidade, o restaurante se resume numa cozinha situada em uma pequena casa. O espaço onde ficam as mesas é ao ar livre, numa área de praia coberta por um trecho de árvores da Mata Atlântica. O “bar”, composto por um “balcão” (uma tábua apoiada em dois cavaletes) e isopores com gelo, é protegido com uma cobertura de plástico.

O local é freqüentado por gente famosa e personalidades. Não se admirem se na mesa ao lado estiver sentado algum artista de televisão ou uma “socialite” freqüentadora das colunas sociais.

Qual é a receita do sucesso deste restaurante?

Acreditamos que envolve a beleza natural do lugar, uma comida deliciosa, feita com produtos muito frescos, e um atendimento simpático e informal. É tão informal que o Claudio, um ex-mergulhador da Petrobrás, atende os clientes usualmente trajando apenas uma sunga e, às vezes, uma camiseta, que são também as vestimentas básicas dos clientes masculinos.

A comida é farta, sendo os principais pratos os risotos de frutos do mar e as entradas de mexilhões, ostras e sardinhas fritas. Os mexilhões e as ostras são apanhados vivos, uma vez que são criados na própria praia.

 Risoto de camarão

O principal é que não sai caro comer bem e desfrutar desse pedaço do paraíso.

PS: Não deixem de experimentar o drinque do lugar, o Leitinho da Macaca, apesar de ser uma bebida mais para o gosto feminino, por ser doce.




domingo, 27 de janeiro de 2013

Opium




Dia 21 de janeiro fomos almoçar no restaurante Opium, na esquina da R. Farme de Amoedo com R. Prudente de Morais em Ipanema, que estava querendo ir experimentar a muito tempo. Este restaurante pertence ao hotel Ipanema Plaza e é especializado em culinária oriental (Tailândia, China, Japão, etc). Valeu a pena, a comida é tão deliciosa, que acabamos exagerando nas quantidades.

Pedimos de entrada um refogado de shitake (japonês) e anéis de lulas empanadas com molhos especiais e salada verde (tailandês). Os anéis de lulas estavam bem crocantes e a quantidade dava tranquilamente para duas pessoas. Estas entradas custam pouco mais de R$ 20 cada uma.


Como prato principal, pedimos um Pato a Cantão (chinês) e um Frango ao Curry Verde Tailandês (Gaeng Khiew Wan Gai), que custam menos de R$ 50 cada um.

O peito do pato vem fatiado e tem uma crosta crocante de molho de mel com gengibre e vem acompanhado de arroz colorido.

O Frango ao Curry Verde são pedaços de filé de frango aromatizados com curry verde, leite de coco e manjericão da Tailândia, temperados com ervas frescas, galangal e pimenta.

Optamos em não tomar cerveja, apesar de apresentarem uma carta com 20 ou 30 marcas diferentes, nacionais e importadas, porque as long neck mais baratas custavam R$ 12 e as mais caras R$ 20. Assim, apenas o Fernando tomou uma caipirinha de lechia, que vem num copo grande.

Na saída "pagamos um mico", uma vez que a gorjeta tinha que ser paga em dinheiro por fora da conta, o que eu não tinha. Fiquei devendo.

Recomendamos este restaurante, pois estava tudo delicioso e o atendimento é simpático.


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Restaurante Martin Fierro de São Paulo



No período de 6 a 8 de novembro estivemos em São Paulo e ficamos conhecendo alguns novos restaurantes. Um deles nos chamou a atenção pelo bom atendimento, ambiente agradável, despretencioso e uma comida saborosa da culinária argentina. O nome deste restaurante é Martin Fierro e fica situado na Vila Madalena (Pinheiros) - na Rua Aspicuelta, 683 – Telefone: 3814-6747.

Cortes altos e tenros, saídos malpassados ou ao ponto da tradicional grelha e pesando cerca de 500g, conquistaram uma clientela fiel para o Martin Fierro. As filas são constantes na porta deste simpático restaurante, especialmente nos fins de semana. Ficamos sabendo que quem comanda os trabalhos é a argentina Ana Maria Massochi, responsável pela grande evolução da casa nos últimos anos.

Pedimos de entrada umas empanadas de frango e de palmito, cujas massas eram autênticas. Estamos falando autênticas, porque certa vez resolvemos fazer empanadas e pesquisamos na Internet em língua portuguesa e descobrimos que, quase todas as receitas, não passam de receitas de pastel de forno, cuja massa é completamente diferente. Mesmo em sites de língua espanhola, tivemos inicialmente alguma dificuldade em achar a dica para a massa ficar bem lisa e brilhante. Acabamos achando uma receita num site argentino, que é a que usamos até hoje. Oportunamente faremos uma postagem sobre empanadas.




A seguir, pedimos em bife de chorizo, acompanhado do duo de batatas rústicas (doce e inglesa ao alho e alecrim) e salada verde. O bife estava macio, delicioso.



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Joinville

De 28 a 31 de outubro Fernando esteve em Joinville para participar de um congresso. Inicialmente ficou decepcionado com a cidade, que é a maior cidade de Santa Catarina, tendo sua renda oriunda em sua maior parte das indústrias ali instaladas.

Duas coisas chamaram minha atenção. A primeira é que a cidade está localizada há poucos quilômetros de um litoral belíssimo, de costas para o mar, o que para um carioca é difícil de entender. Com isso, a cidade perde a chance de possuir as características e o charme dos centros urbanos à beira mar.

A segunda coisa é que a cidade tem um potencial turístico amplo, mas que é pouco explorado pela prefeitura e os empresários locais. Além do litoral, onde se encontra São Francisco do Sul, por exemplo, existem diversos atrativos urbanos, como: Museu dos Imigrantes, Museu do Ferro de Passar, Museu de Arte, Parque da Cidade, Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, um privilégio nacional, etc.

A própria proximidade de Blumenau (cerca de 60 km) e de outros centros urbanos do Vale do Itajaí constitui um fator extra de atração de fluxos turísticos para a cidade, uma vez que possibilita ao turista de Joinville passar o dia em Blumenau, por exemplo, notadamente por ocasião da Octoberfest.

Outros atrativos encontram-se na área rural do município, de colonização alemã, como nas regiões de Quiriri, Pirai, Estrada Bonita e Dona Francisca.

Entretanto, não vi no hotel e imediações nenhuma divulgação dos atrativos mencionados, nem a presença de operadores de turismo num congresso com mais de 400 participantes, onde vários iriam emendar os dias do congresso com o feriado e o fim de semana.

Joinville possui uma boa infra-estrutura de hospedagem e de alimentação. Contudo, a maioria dos restaurantes deixa a desejar, talvez por não contarem com um fluxo regular de clientes o ano todo. Com isso, muitos restaurantes só funcionam em determinados horários e dias. Assim aconselho a telefonar antes de ir comer em algum lugar.

Outro aspecto é que a maioria está concentrada no gênero Pizzaria/culinária italiana e, secundariamente, no gênero Petisqueria/frutos do mar.

No domingo (dia 28 de outubro) fiz minhas refeições na praça de alimentação do Shopping Mueller por comodidade, pois o Hotel Bourbon (onde fiquei hospedado) conta com uma passagem no 3º andar, que vai dar no meio do shopping.

Acabei almoçando num chinês razoável (Xangai) e jantando, para minha decepção, uma batata assada cujo recheio de frango com catupiry teimou em ficar meio frio.

Na segunda-feira, seguindo as informações de um mapa turístico publicado pela prefeitura, fui parar num restaurante com o nome de Emmendorfer, que consta como sendo de culinária alemã. Outra decepção, a propaganda era enganosa, pois serviam uma comida caseira e com pouca variedade, apesar da arquitetura do local.


Segundo uma senhora que estava saindo do restaurante, o melhor restaurante de culinária alemã é um tal de Recanto das Marrecas, mas que fica afastado do centro da cidade.

Gastei R$ 20 de táxi para ir e voltar e não consegui almoçar.

Outra experiência que tive e que a pessoa da cidade grande não se dá conta, é que táxi não se encontra fácil circulando nas ruas. Ainda bem que o motorista havia me dado um cartão com o telefone de um ponto: (47) 9978-7171 (Ponto de táxi Shopping Mueller) ou 3422-4445.

Considerando que a maioria dos restaurantes na rua do hotel estava fechado, resolvi seguir a indicação do motorista do táxi e fui almoçar num restaurante ao lado do hotel, a Pizzaria Fatirela. Foi outra decepção. Vi-me diante de uma comida caseira, a quilo, com pouca variedade e com massas mal feitas e mal apresentadas. Estranho que estava lotado de gente da terra, talvez pelo preço mais baixo do que o de outros lugares (R$ 24,90 o quilo).

Quando voltei para o hotel, perguntei na recepção se conheciam algum restaurante alemão. A resposta foi negativa e não se deram ao trabalho de procurar uma indicação.

De noite, afinal tive uma surpresa muito agradável. Saí do congresso com um grupo de amigos e conhecidos e fomos parar numa cervejaria na mesma rua do hotel e há uns 100 m de distância, cujo nome é Choperia Zum Schlauch (R. Visconde de Taunay, 555 – Centro). Enfim, achei o restaurante de culinária alemã que estava procurando, com comida variada e “a la carte”.




Pedimos de entrada um Bockwurst (salsichões com chucrute e batata cozida), acompanhado de um chope muito bem tirado, eu diria impecável. Por sinal, a casa conta com vários tipos de chopes: claros e escuros, pilsen, etc.



Depois da entrada, pedi um Marreco Recheado Tradicional. Estava delicioso.



Para finalizar, reparti um strudel de maçã, acompanhado de uma bola de sorvete de creme e uma colherada de creme chantily, também delicioso. Fui dormir com uma sensação imensa de saciedade. Há anos que não comia um marreco tão bem feito.

No dia seguinte, tive outra boa surpresa, ao almoçar num restaurante localizado no último andar (vista panorâmica) do Hotel Tannenhof, que fica situado quase em frente ao Hotel Bourbon. A comida é razoável, mas vale pela arquitetura e pela vista do lugar.


Por último, observo que os preços de restaurantes são muito próximos, na média, aos praticados no Rio de Janeiro e, portanto, caros.